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Nós temos medo da opinião dos outros, é algo involuntário, e esse medo se torna uma grande barreira na vida. Muitas vezes deixamos de fazer algo que gostaríamos por conta do que o outro vai achar ou pensar, é algo que nos paralisa pois temos o desejo de sempre agradar. E isso vem desde a nossa infância, quem aí nunca fez algo para ser aceito em um grupo de amigos na escola? A verdade é que nós sempre vamos nos importar muito com o que os outros pensam de nós. E só tem uma coisa a fazer, administrar bem até onde a opinião do outro importa na sua vida e quem é esse outro. É alguém que te ama e quer o seu bem? Então vale a pena levar em consideração, do contrário não deixe que a opinião dos outros comandem os seus pensamentos e ações. Escute o outro, mas com discernimento. Primeiro avalie se a opinião soma, se é possível aprender alguma coisa com ela.  Outra coisa que ajuda bastante é ter autoconhecimento, quando você sabe quem você é, a opinião do outro não faz tanta diferença na sua vida. Por isso se conheça, viva baseada nos seus valores e princípios. O caminho é mais simples do que parece: seja você mesmo!
Muitas pessoas acham que autoestima está ligada apenas a se olhar no espelho e se sentir bonita, mas vai muito além disso. Autoestima é saber quem você é, o que você quer, é olhar para si mesma e perceber suas qualidades e valorizar a si mesma. É algo que você precisa adquirir para a vida e antes de entrar em qualquer relacionamento.  Quem tem baixa autoestima, tem tendência a escolher relações ruins porque a pessoa acaba se sujeitando a se conectar com alguém apenas por carência ou por não achar que vai encontrar ninguém melhor, por exemplo. Muitas mulheres estão em relacionamentos abusivos, justamente, por baixa autoestima, por sempre se achar inferior ao outro. É importante você se conhecer e não aceitar nada menos do que você merece. Por isso, listei alguns pontos que eu acho fundamentais para você adquirir uma boa autoestima. Encontre os seus pontos fortes Todo mundo tem pontos fortes e fracos. A diferença maior está onde você coloca sua atenção. Foque no que você tem de bom que você vai perceber que tem características pessoais que merecem orgulho. Desenvolva excelência em alguma área Pegue alguma coisa que você gosta, se dedique e se torne muito boa naquilo. Você adquire mais autoconfiança e, consequentemente, mais autoestima.  Assuma riscos O crescimento da autoestima também vem de vitórias alcançadas, mas pra isso você precisa tentar.  Cuide do corpo, mas aceite suas imperfeições Uma das principais causas da baixa autoestima é a insatisfação com o próprio corpo. A pessoa se acha muito gorda, alta demais, nariz grande etc. O corpo que temos é o que Deus nos deu. Algumas coisas podem ser melhoradas e outras não. Se for algo que dá pra mudar, então se esforce um pouco mais, faça isso por você! Pare de se comparar aos outros  O último e não menos
Se tornar íntimo de nós mesmas é algo que parece complicado, né? Mas é extremamente importante essa conexão. Quando temos o autoconhecimento tudo se clareia, e podemos viver de maneira mais leve, sem a necessidade de agradar os outros e, muitas vezes, nos desagradar.  A maioria das mulheres hoje não sabem o que de fato as motiva, o que faz brilhar os olhos. Quando nos conhecemos, dizemos não com mais facilidade e sem culpa. Aceitamos melhor as nossas imperfeições e nos aproximamos mais do nosso propósito de vida. Mas é preciso coragem para olhar para dentro e encontrar belezas que nem sequer conhecíamos ou lembrávamos que existiam. Coragem também de correr o risco de bater de frente com os nossos medos e inseguranças, que tanto relutamos em aceitar. Hoje, a maioria das pessoas não se conhecem como deveriam porque estão sempre preocupadas com o outro: seja o marido, os filhos, o trabalho, enfim… Seja protagonista da sua vida! Tire um tempo para olhar para si, nem que seja 5 minutos para fazer uma meditação, fazer algo que você gosta muito. Há quanto tempo você não tira um tempo pra você? Hidratar os cabelos, fazer as unhas, tomar um banho relaxante e demorado, são exemplos simples de coisas que você pode fazer por você, sem sair de casa. Se olhe! Precisamos de momentos como esses para saber, de fato, o que se passa em nossa mente. Saber dos nossos desejos, anseios, o que mais gostamos, qual o prato favorito… Sabia que às vezes você gosta do prato favorito do seu marido que passou a ser seu!? Eu quero te desafiar hoje a olhar para si. Coloque essas perguntas que fiz num papel ou no bloco de notas e responda cada uma delas, e tire algum tempo da sua semana para fazer algo por você, algo
As vezes eu acho que essa geração já nasce falando. É incrível como são antenados e sabem tudo de tecnologia. Redes sociais, então, nem se fala… E na pandemia parece que aumentou mais. Apesar de eu achar válido o uso, principalmente nesse período que eles estão mais carentes e ansiosos. Mas os pais precisam estabelecer prioridades dentro da casa.  Eu sei que deixá-los no celular ou videogame, por exemplo, é muito mais prático. Afinal, estamos atolados de trabalhos e reuniões, mas precisamos tomar as rédeas dessa educação porque se deixarmos, eles nem estudam.  Lá em casa, por exemplo, a Lulu ama o Tik Tok, e se deixar ela esquece do mundo. O Pedro adora ficar no simulador do Kart e, apesar desse esporte ter tomado muito o tempo dele, eu estabeleço prioridades e o estudo sempre vem em primeiro lugar, para os dois. É aquela velha frase: primeiro vem a obrigação e depois a diversão.  Eu faço planner mesmo semanal e funciona super bem pra gente. Cada dia da semana tem as tarefas e o horário para cada atividade, inclusive o horário de ficar no celular ou videogame. Uma dica muito importante e que ajuda nas questões cognitivas também das crianças são as atividades lúdicas, fora do ambiente digital. Aposte na simplicidade, resgate as brincadeiras da sua infância como pular corda, jogos de cartas ou de tabuleiro. Esse é um momento não só deles, mas de toda família. Outro ponto importante deixar registrado, é que a sua palavra é a final. Não abra mão disso! Não deixe o cansaço fazer de você alguém que sempre cede. E também não estimule o uso demais do celular porque vejo muitos pais focados no aparelho e nem ligam para que os filhos estão fazendo ou olhando. Seja você o primeiro exemplo dentro da