Oi, meninas. Hoje vamos falar das scrunchies, as famosas xuxinhas que bombaram nos anos 80 e 90 e voltaram com tudo? Vocês já devem ter percebido que amo acessórios de cabelo, não é atoa que criei a minha marca toda voltada para esse universo. E o que falar das scrunchies?  Além de ser um acessório super versátil e confortável, não quebra o cabelo na hora de usar por ser revertida de tecidos que não agridem os fios. Por isso, eu trouxe pra vocês algumas maneiras de usá-las com diferentes looks.  Look Casual A scrunchie já tem uma pegada mais despojada por si só então, nada melhor que combinar um jeans, camiseta branca e uma scrunchie colorida para ficar estilosa e casual ao mesmo tempo. Prática de exercícios Na hora de fazer exercícios físicos nada melhor que um prendedor que dê firmeza e não fique soltando durante o treino, não é verdade? Principalmente quem tem fios muito finos sabe a dificuldade de encontrar uma boa opção. E a scrunchie é excelente, pois dá sustentação necessária tanto para quem tem pouco cabelo, quanto para quem tem muito. Na quarentena Confesso que nessa quarentena só fiquei de cabelo preso em casa e a scrunchie foi minha companheira durante esse período. Acho que dá um charme no look e deixa mais arrumado, mesmo estando em casa. No trabalho Tem dias que não estamos afim de arrumar o cabelo, não é verdade? E nada melhor que um belo acessório para dias assim e para  deixar o look mais arrumado eu opto por uma scrunchie de veludo ou com alguma aplicação, fica lindo. E você, qual seu look favorito para usar schunchie? Me conta aqui nos comentários. Beijos, Lia Clerot.
No lugar de expressar sempre o que você não quer, aprenda a falar o que você deseja. Por exemplo: se um som alto te incomoda, procure conversar com a pessoa para que abaixe o volume, se isso não for possível, saia você do ambiente que não lhe agrada. Assim você cria uma possibilidade e não uma tempestade. Não é todo dia que estou de bom humor ou tolerante às coisas que não gosto, mas o que não posso é agir com falta de educação. Por isso, tenho sempre em mente que pensamento é algo que sabemos, a emoção é algo que sentimos e ação é algo que fazemos. As nossas emoções, intenções e pensamentos não atravessam a consciência como elementos distintos de experiência, mas como estão constantemente interconectados, se modificam uns aos outros à medida que avançam. É interessante porque os pensamentos e ideias nos levam a algo que nos interessa, já o sentir,  isso é o mal do século.  Por exemplo, quais são suas metas e objetivos como equipe? Você tem muitos pensamentos e ideias? Você tem muitos sentimentos? O que você deixa te dominar?  Nessas situações, você precisa ter autoestima para não deixar que os sentimentos te dominem e te levem a reagir, no lugar de ter ações. Você sabia que pessoas com baixa autoestima não conseguem por limites em ninguém, não conseguem ser elas mesmas, vivem para agradar aos outros e não dominam as emoções?  Por isso é importante identificar o que se sente, porque a partir do momento que você sabe e entende, se sente uma necessidade, você vai agir para que uma mudança aconteça.  Grande beijo. Lia Clerot.
Nós temos uma falsa ilusão de que nós somos capazes de abraçar o mundo e tomar conta de todas as áreas da vida. Também nos achamos no direito de controlar os rumos de quem vive ao nosso redor. Mas a vida não é um jogo em que temos que zerar todas as fases. Não há nada de errado em quer dirigir a própria vida, o problema está no exagero, em acreditar na ilusão de que se pode ter o controle de tudo. Isso traz sofrimento, porque nem tudo depende de nós e tudo que criamos muita expectativa, aumenta o risco de frustração. Nós controlamos nossas decisões.Podemos decidir se investiremos nossas economias no mercado de ações, se aceitaremos um emprego ou se levaremos o nosso guarda-chuva. No entanto, não temos nenhum controle sobre se o mercado de ações irá subir ou descer, se o nosso novo chefe vai ser paranoico ou se vai chover.  No fim das contas, nosso sucesso ou fracasso é uma combinação das nossas próprias ações e de coisas que não podemos controlar. Devemos ter controle sobre a nossa vida, sobre as nossas coisas, sim, mas que esse controle não seja exagerado a ponto de nos desestruturar quando algo não sair como o planejado. Pare de se cobrar tanto, tudo bem se você não conseguir hoje, amanhã você tenta de novo. Espero que tenha gostado da reflexão de hoje. Ah, me deixa nos comentários outros temas que você gostaria de ver por aqui. Grande beijo!   Lia Clerot.