Hoje quero compartilhar com vocês uma receita que já fez muito sucesso por aqui, mas lá no início do blog.  Cookie funcional: aqueles biscoitinhos que são ótimos para carregar na bolsa. Esse então, é muito fácil de fazer, sem falar que é super saudável. Como vocês já devem ter percebido, eu tento ter uma alimentação saudável, livre de gorduras e açúcares e como a minha vida é uma correria, essa receita é uma ótima pedida. Ingredientes 1 xícara de farinha de arroz (120g) 1 xícara de farinha de coco (70g) 1 ovo 1/3 xícara de açúcar de coco (30g) 1/3 xícara de açúcar mascavo (45g) 1/2 colher de café de bicarbonato de sódio 80g de manteiga ghee 1 colher de café de essência de baunilha (opcional) 100g de chocolate 85% picado Modo de preparo Em um bowl colocar as farinhas, o fermento e o bicarbonato. Misturar tudo com uma colher e reservar. Na tigela da batedeira coloque a manteiga ghee derretida, ovo, essência de baunilha e os açucares. Bata até obter uma mistura homogênea. Sem parar de bater, vá adicionando a mistura de farinha aos poucos, desligue a batedeira e adicione o chocolate picado, misture com uma colher. Cubra a mistura e leve à geladeira por cerca de 30 minutos. Após, unte uma assadeira com óleo de coco, faça bolinhas com a massa, coloque na assadeira e dê uma leve achatada com as mãos. Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por 15 minutos, ou até dourar. Sirva quente ou frio. Dica: molde depois de pronto em formas divertidas, assim as crianças têm mais vontade de comer e é super saudável.  Espero que vocês façam realmente em casa e me digam o que acharam.
Nós pensamos o tempo inteiro no que as pessoas vão pensar de nós. Não tem jeito, é natural do ser humano. Estive refletindo sobre isso após ver tantas pessoas nas redes sociais sendo “canceladas” por expressarem uma opinião diferente de alguém, ou de um grupo. Então, resolvi fazer esse texto e compartilhar minha reflexão com vocês. Meio que de forma automática, pensamos na opinião do outro em situações corriqueiras como quando nos vestimos, quando escolhemos uma profissão e até mesmo quando vamos escolher um parceiro para nos relacionarmos. Vamos falar a verdade: é difícil não tomar uma decisão sem levar em consideração o que as outras pessoas vão pensar. Você diz que não se importa, mas no fundo, se importa… e ainda se sente mal, mas não se preocupe: você não está sozinho nessa. Nós nos preocupamos com o que as outras pessoas pensam, desde o início da história da humanidade. Desde os tempos primitivos, os seres humanos têm contado com relacionamentos para sobreviver. Se um homem ou uma mulher foi aceito em uma tribo então, ele ou ela teve uma grande chance de sobreviver. Não importa o quão evoluído somos como espécie, a necessidade de aceitação e aprovação social é um resíduo da nossa função primitiva. E nos dias de hoje temos essa sensação de ter a obrigação de se encaixar nos padrões ditados pelos outros. Esse sentimento de medo, de não ser aceito é a razão pela qual nos sentimos desconfortáveis ao postar algo que a gente realmente gosta, ou vestir uma roupa que achamos legal ou até expor nossa opinião sobre determinado assunto. Fazemos coisas para nos encaixarmos nas normas impostas pelas “tribos”, impostas pelos outros. E o que devemos fazer para melhorar? Tendo uma boa autoestima e tendo a certeza e segurança de quem somos. Não
Você sabe falar a linguagem de amor do seu filho? Cada criança possui uma linguagem de amor principal e específica, uma maneira pela qual ela compreende melhor o amor do seu pai e da sua mãe. Isso eu li em um dos livros que eu mais gostei sobre criação de filhos. Ele mostra as várias maneiras que você tem de “falar” ao seu filho o quanto o ama, que não seja apenas com palavras. Cada criança é mais sensitiva a uma maneira de demonstração de amor, porque não existe certo e errado, existe a maneira que funciona pra vocês.  Perceba os sinais do seu filho. Qual a maneira que ele mais gosta de receber o seu amor? Muitas vezes, a maneira que ele chama a sua atenção para algumas coisas é só a maneira de dizer que precisa de um pouco mais de amor, não que você não esteja dando, mas da maneira que ele gostaria de receber. 1. TOQUE FÍSICO Abraços e beijos são a maneira mais comum de falar essa linguagem de amor por meio do toque. Mas há também outras maneiras que nem percebemos como jogar a criança para cima, brincar, ler um livro com a criança no colo fazendo carinho em seus cabelos.  Para as crianças que têm essa linguagem de amor como primária, o toque físico comunica o amor mais profundamente do que com as palavras “eu te amo”, por exemplo. 2. PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO Palavras de carinho e afeto, palavras de encorajamento, palavras que dão orientação positiva, todas dizem: “Eu me preocupo com você”. Algumas palavras são essenciais para algumas crianças, elas nutrem o senso interno de valor e segurança da criança. As crianças, em especial as que têm essa linguagem como primária, colhem os benefícios dessas palavras de afirmação por toda a